Emissão de 24/03 – Novas de 2017, Jeff Buckley pós-Grace, e muita aleatoriedade.

Continua o trabalho de arquivo das passadas emissões na Rádio Lisboa. Todas as semanas, a partir da meia-noite de sexta para Sábado, temos a antena por nossa conta durante uma hora; juntem-se a nós na próxima!

Na última emissão de Março, começámos com as palavras de Diane Cluck, e logo depois seguimos com um endiabrado exercício de música pop por parte dos Quarteto 1111, um dos mais carismáticos grupos dos anos 60 portugueses (a quem havemos de voltar em breve). Seguiram-se três trabalhos de 2017, embora intercalados por uma canção mais antiga de Kendrick Lamar (não fazemos ideia do que fará em 2017…), e atracámos num disco de 2016: Let It Be You, de Joan as Police Woman & Benjamin Lazar Davies, que nessa semana haviam actuado no Theatro Circo, em Braga. Depois de algumas considerações sobre o disco e a carreira de Joan, seguimos em busca das assumidas influências no disco – por isso, fomos parar ao Gana, com uma compilação de 2002. Ainda nessa jornada, aproveitámos a recomendação da Porto Callingcom o dub espacial de Phil Pratt. Já perto do final, ficámos com uma óptima canção de Jeff Buckley. Temos dado mais atenção ao seu pai, ultimamente, mas mesmo fora do seu trabalho maior – Grace, de 1994 – há belíssimos momentos. A terminar, mais uma vez a voz de Diane Cluck e fechámos com um pequeno excerto de um disco que nos transporta aos primeiros programas d’A Mosca, ainda na RUM e com o nosso Paulo Rodrigues: são os Les Rallizes Denudés, grupo experimental japonês, cujo groove é profanado pelas terríveis condições de captação do som em ’77 Live – embora tudo isso, claro, contribua para o charme do disco.

As emissões que entretanto gravámos seguirão para o blog em breve. Até lá, fiquem com esta!

  1. Quarteto 1111 – Fantasma Pop (A Lenda de El Rei D. Sebastião, 1967)
  2. Gorillaz – Andromeda (feat. D.R.A.M.)
  3. Kendrick Lamar – The Heart Part 4
  4. Kendrick Lamar – untitled 6 (untitled, unmastered, 2016)
  5. King Gizzard and the Lizard Wizard – Doom City (Microtonal Flying Banana, 2017)
  6. Joan As Police Woman & Benjamin Lazar Davies – Broke Me In Two (Let It Be You, 2016)
  7. The Apagya Show Band – Kwaku Ananse (Ghana Soundz: Afro-Beat, Funk and Fusion in 70s Ghana, 2002)
  8. Ebo Taylor – Heaven (Ghana Soundz: Afro-Beat, Funk and Fusion in 70s Ghana, 2002)
  9. Phil Pratt – African Communication (Star Wars Dub, 1978) | recomendação da Porto Calling
  10. Jeff Buckley – Everybody Here Wants You (Sketches for My Sweetheart the Drunk, 1998)
  11. Diane Cluck – Real Good Time (Monarcana, 2006)
  12. Les Rallizes Dénudés – Enter The Mirror (’77 Live, 1991)

Layer 1

Nota: para cada uma destas emissões, e por forma a diferenciá-las das emissões normais, tentámos fazer capas diferentes das habituais. É uma brincadeira para a qual não temos, evidentemente, qualquer tipo de talento; por isso, esta semana profanámos um quadro da autoria de Hieronymus Bosch, um pintor holandês, ou de alguém da sua escola, um dos seus discípulos artísticos – resta a dúvida quanto à autoria e até ao próprio nome do quadro, que parece ser algo como ‘A Visão de Tondal’. Caso alguém tenha mais informação sobre o quadro, escrevam nos comentários! Podem ler mais sobre Bosch aqui.

 

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